[Com passos leves e intensos... forma-se uma colcha de histórias]

NOVIDADES DO BLOG

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Estou participando mais uma vez do PREMIO TOPBLOG. Se gostou do blog, vote. O link fica do lado direito da tela perto do selo do Premio. O Blog já ficou entre os 100 blogs mais visitados da sua categoria, no primeiro ano de participação. Vamos ver no que dá esse ano!
Sintam-se.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sentiram por ai...


Ela chegou a pensar que seu coração nunca mais fosse acelerar como aquele dia, que hoje está desbotado com o tempo. Achou que esse tal "amor" fosse um mito, do qual todos acreditassem que poderiam se alimentar dele. Pensou outro dia, que não seria capaz de merecer tal apreço por ser o que é e que aos olhos deles, ela era perfeita. Eis que surge a voz do Oráculo, onde diz em tortas palavras que o Amor pode reinar com louvor ou censurar os corações dos apaixonados. E que isso dependia apenas de dois corações. Mal sabiam os dois, que estavam em tempo de aprovações. Um querendo ser o melhor para o outro se afundaram na paixão. Como essa história aconteceu ninguém sabe. Diz a lenda que eles seguiram uma frase famosa: "que seja eterno enquanto dure". Nunca se soube como terminou (se é que história de amor tem fim). Uns disseram que ele continuou sua busca pela metade do seu coração. Outros dizem que ela ao deitar na cama adormecera sem fim pois seu sonho não queria terminar. Enfim... Mitos, lendas, histórias... seja o que for, são sempre bonitas de ouvir.

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Noite fria


"Queria dizer muitas coisas, mas paro e respiro. Respiro tanto que não consigo emitir nenhum som". Foi isso que ela escreveu naquela noite, onde muitas coisas passavam por ela e seus pensamentos não saiam de apenas um lugar, ou melhor, de uma pessoa.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Noite de chuva!

O colo não pode ser de qualquer um. Ele deixou aquele dia diferente. Lá fora a chuva caía. Pingo por pingo o coração seguia seu ritmo. "De onde é que vinha aquele olhar que tanto me provocava?" A noite foi caindo e os personagens principais dessa história foram ficando mais próximos. Ela, sem perceber, exaltava a voz. Ele, por sua vez, sorria observando seus cabelos molhados pela chuva. Conversaram de tudo o que se pode imaginar. Riram, brincaram, beberam, comeram e se beijaram. A noite foi passando... e o dia foi chegando. Como a vida nos prepara encontros assim? O colo não podia ser de qualquer um. Ele deixou aquele dia diferente.
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Sabe de uma coisa?

Naquele dia ela viu o sol sumir no horizonte. Sentada naquele brinquedo, lembrou-se o quanto já correra pelas árvores que ali estão, da mesma forma que as deixou. Dessa vez, 15 anos mais velha, foi ao mesmo local onde passou sua infância. Ali, ela lembrou-se que aquela cicatriz no joelho foi por causa de um tropeço naquele cantinho. Riu sozinha como se tivesse contando a história pra alguém. Vivia cheia de amigos correndo, pulando e se sujando. Hoje estava lá. Sozinha. Sozinha ali, apenas. Lembrou também da vez que levou o namorado para aquele lugar e no meio das histórias mirabolantes que contava, percebeu seu amor distraído com outra coisa.

As pessoas não sabem ouvir histórias e vivê-las, nem que seja por alguns minutos.

Eu vivo de histórias... Assim, a vida fica muito mais bonita.
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Falando nisso...


A arte de se falar e a arte de se ouvir permite que você tenha várias sensações ao mesmo tempo. Quando se ouve um choro de criança não nos dá a mesma sensação quando vemos um choro de um adulto. Tanto porque, a possibilidade de se ter um adulto fazendo pírraça num shopping é mínima, assim como, uma criança chorar pela perda de um amor. Falando em amor, hoje ouvi a palavra "paquerando". Gostoso, não? A arte de paquerar se assemelha a arte de falar e ouvir. Ter pessoas gostosas de conversar é como se ter pessoas boas de paquera. Me refiro, no caso, ao sexo oposto. Se eu fosse homem, ia paquerar muito. As mulheres adoram. Uma ligação surpresa no meio do dia, uma mensagem carinhosa a noite, um sinal de fumaça... Engraçado, não é tão difícil paquerar.. Por que será que as pessoas se privam tanto da arte da paquera?
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A falta de um tempo pra mim se resume no silêncio deste blog. Quer voltar dividindo com vocês este poema do Ricardo Azevedo.

AULA DE LEITURA


A leitura é muito mais
do que decifrar palavras
Quem quiser parar pra ver
pode até se surpreender

vai ler nas folhas do chão
se é outono ou verão;
nas ondas soltas do mar
se é hora de navegar;

e no jeito da pessoa
se trabalha ou se é à-toa
na cara do lutador,
quando está sentindo dor;

vai ler na casa de alguém
o gosto que o dono tem;
e no pêlo do cachorro,
se é melhor gritar socorro;

e na cinza da fumaça,
o tamanho da desgraça;
e no tom que sopra o vento,
se corre o barco ou se vai lento;

e também no calor da fruta,
e no cheiro da comida,
e no ronco do motor,
e nos dentes do cavalo,

e na pele da pessoa,
e no brilho do sorriso,
vai ler nas nuvens no céu,
vai ler na palma da mão,

vai ler até nas estrelas,
e no som do coração.
Uma arte que dá medo
é a de ler um olhar,
pois os olhos tem segredos
difíceis de decifrar

VOLTEI... AGORA PRA FICAR... rs

domingo, 21 de agosto de 2011

Casal




Aquele casal me chamou atenção. Em pouco tempo, pude perceber um vazio naquela mesa. Ele, preso na tecnologia do celular. Ela, presa nos pensamentos e com um olhar longe. O que pode haver de tão interessante naquele celular para deixar um olhar tão bonito se perder? O que causou naquele momento para que aquele encontro se tornasse tão vazio.


Eles comeram, pagaram e foram embora. Trocaram algumas palavras e não perceberam que a noite estava estrelada onde a Lua observava tudo de longe.


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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Depois da porta...

Era um cantinho aconhegante. Tinha seu charme. Pouco iluminado e com muitos papeis. Alguns rabiscos. Parecia abandonado a pouco tempo. "... anda tudo misturado aqui". Onde será que está a pessoa que escreveu? O que terá acontecido?. Caminho mais um pouco... Reparo os quadros dependurados. Não há muito pó. Ainda resta um fio de chama na vela posta perto ao espelho. A chuva começa a cair. Recolho-me numa poltrona um pouco velha que se encontra próximo a vela. Observo o espaço. Faz frio. Então fechei os olhos e fiquei imaginando a vida dona daquele lugar simpático. Adormeci.
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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Sonhando...

Aquele dia ela deitou como quem estivesse perdida num parque. Engoliu seco como se não houvesse nada que pudesse fazer. Então fehou os olhos e respirou fundo. Sua imaginação era a úncia coisa que poderia tirá-la dali. Foi então que seus pés começaram a esquentar. Seus dedos já podiam sentir a pele dele. Ele estava a sua frente. Os dois estavam estonteantes. A euforia estava presentes nos dois corpos. Quantas vezes esse encontro já não foi imaginado. Mas dessa vez, parecia real. A neblina entre entre as árvores deixou o clima ainda mais intimista. Dali, não saiu sequer um som. O olhar e o toque em seus cabelos foram as únicas coisas que puderam fazer. Aquele sonho a fez acordar sorrindo.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011

... insistir.



(respiração ofegante) Fiz mais do que posso. Eu tento e a cada dia parece ser mais difícil. Depois de caminhar, eu digo que desisti. Era uma ponta de esperança que nascia e morria a cada dia. Hoje o eclipse deixou o céu ainda mais estrelado. E eu, como muitos amantes da Lua, pedi conselhos à ela. Ela me fez relembrar a promessa feita ao mar. Fechei os olhos como quem sente uma vergonha e o rosto começou a esquentar. Olhei prum lado, olhei pro outro. Ninguém. Sinto meu coração bater. Sinto que estou viva. Agora você? A cada dia recolho pedaços caídos ao chão. (respira fundo) Mas eu desisti.

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Morrer não.

Às vezes não temos forças para nós mesmos. Nos sentimos fracos, incapazes.Não temos motivos para continuar a caminhada e não achamos outra alternativa a não ser, fugir. Mas por que fugir? Como me disseram por aí, antes ficar vermelho por uma horinha do que ficar amarelo para sempre. Temos que ter coragem de enfrentar a vida; conseguir por um pé na frente do outro, um de cada vez; dar o "basta - parei por aqui" e assumir que somos fracos e que existem dias em que queremos sumir. Morrer não. Sumir.


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terça-feira, 31 de maio de 2011

Jogar ou não ?


Como nos barramos para deixar outras pessoas entrarem em nossas vidas. Fazer parte delas então... Receio de iludi-las, como nos iludiram. Medo de magoá-las, como nos magoaram. Medo de ser felizz? De experimentar o novo? DE TENTAR. É triste dizer que muitas vezes não acreditamos no que as pessoas dizem. Acontece. Os velhos de guerra dizem que é assim mesmo e que já se acostumaram. A esperança é que existam pessoas como nós perdidas por aí, brincando de esconde-esconde como crianças.
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terça-feira, 10 de maio de 2011

[ ... ]

É preciso esclarecer alguns sentimentos. Pensamentos, talvez. Anda tudo misturado aqui. A imaginação nos leva a acreditar em coisas que queremos que aconteça. Vivemos maravilhosamente disso, sem muitos problemas. Acreditar em nossos pensamentos é fácil. Mas os olhos nos dizem outras coisas e o coração anda mudo. Ele não quer tomar partido de ninguém. Acha melhor ficar calado e esperar o que seu dono irá decidir. Fato: Ele esta pronto para ser usado.


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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Certamente digo que errei, ou que tentei.


Eram muitas coisas acontecendo comigo. Muitos sentimentos misturados. Amor e rancor. Carinho e desprezo. Um calor que vinha de dentro e que minhas mãos não conseguiram segurar. Já não sabia diferenciar coração e razão. Perdi qualquer sentido das duas palavras. E meu coração já não pulsava sozinho. Bastava uma desconfiança. Um achar, que logo me enfurecia. Embebedava-me em ciúme. Só vivia para isso. Enquanto ela, linda. Sua pele macia e branca como a luz. Seu toque era macio e seu calor me fazia tremer. Ela me encantava como nunca pude. Levava-me ao delírio. Seus olhos eram só meus. Mas não foi assim sempre. Não era coisa da minha cabeça, nem alucinações. Ela estava me traindo. Me traindo com o olhar. Ela tinha esse poder de sedução. Então pensei em tudo. Como ela poderia ter olhos para outro homem? Não.


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sábado, 30 de abril de 2011

CUI(DAR)



É preciso cuidar. Cuidar-se. Cuido porque há uma esperança de uma nova flor. Quem sabe um fruto. Tirar aquelas folhas secas. Secas de espera. Tirar aquelas folhas velhas. Velhas das mesmas coisas. É preciso cuidar. Regar. Regar de carinho, amor e esperança. Quem sabe assim o caule se fortalece e teremos ai na frente uma linda árvore. Seja cedo ou tarde. É preciso de um motivo. É preciso cuidar.